Especial Dia das Bruxas. Ou simplesmente buuuuuhhhhhh.

É um dos grandes gêneros da sétima arte, e nada melhor do que aproveitar o halloween pra pegar alguns filmes sanguinolentos da locadora, baixar da internet ou comprar no camelô mais próximo. Filme de terror, geralmente, é coisa pra macho: as meninas torcem a cara, reclamam e usam como desculpa pra dar aqueles agarros na gente.
Pessoalmente, eu prefiro os orientais. Assustam sem ter aquelas hemorragias gigantescas do cinema americano, apesar de ser, sem dúvida, o que mais nos provém desse tipo de filmes.
Em uma das minhas experiências mais legais no halloween fui a uma festa, em um bar chamado “a gruta”. O lugar por si só já é meio assustador. Sua decoração habitual conta com um balcão de padaria cheio de crânios de animais, um vulcão de velas e vários banners de filmes de terror espalhados por um ambiente escuro e meio sujo, repito: isso, habitualmente.
Agora, imagina esse lugar com decoração temática de halloween. Imagina você muito louco lá. Imagina você muito louco lá na festa do dia das bruxas. Imagina você muito louco lá, na festa do dia das bruxas assistindo “O Exorcista”. Imagina você muito louco lá, na festa do dia das bruxas assistindo O Exorcista, versão do diretor. Imagina você muito louco lá, na festa do dia das bruxas, assistindo O Exorcista, versão do diretor, mas com a tv de cabeça para baixo. Muito, muito louco.
Em outra ocasião, numa época mais distante, eu estava só em casa, assistindo uma maratona de 24 horas de filmes de terror de um canal por assinatura. Como disse, estava só. Meus pais tinham viajado, minha irmã tinha saído e eu em casa, tudo escuro, coca-cola e tigela de pipoca do meu lado. Perto da meia-noite, a porra da caixa d’água resolve “sangrar” (aqui no nordeste usa-se esse termo para quando a caixa está cheia e começa a vazar pela bica ou calha). Assistia “O Iluminado”, filme pra lá de assustador que tem Jack Nicholson, em um papel bem psicótico. Bom, sem muita opção, levantei, saí pela porta da frente — lembro que era uma noite bem escura, não tinha lua, e ao contrário do que nos fazem crer nos filmes, essas sim, são assustadoras. Noites de lua são iluminadas; as sem, um breu total. Acendi a luz lateral da casa, onde ficava o registro da água, e fui andando meio ressabiado com algumas horas de gritos e cenas sangrentas. Ao me aproximar da esquina da casa, mal iluminada por uma luz amarelada e bruxuleante, vejo a sombra perfeita de uma mão. Vinha em minha direção — nem preciso dizer que tal qual o Salsicha e o Scooby, eu não fiquei pra ver. Corri pra casa, tranquei a porta e fiquei lá, sem pregar o olho, com um telefone sem fio gigante do meu lado e com a pobre caixa d’água vazando a noite toda.
Ao amanhecer criei coragem e fui finalmente desligar a dita cuja, antes que um dilúvio se abatesse sobre a casa.  Ao virar a esquina estava lá, a explicação. Era só uma luva de borracha amarela que mamãe usava para lavar louça, pendurada numa grade de ferro para secar.
E podem crer, essa história é a mais pura verdade. Ela é também um exemplo de que por mais racional que você seja, que mesmo que você saiba que aquilo não passa de ficção, os filmes cumprem seu papel: eles nos assustam.  Feliz Dia das Bruxas.

Dicas de filmes assustadores. Por ordem: Madrugada dos Mortos, O Iluminado, 30 Dias de Noite, Silent Hill, O Exorcista e As strippers Zumbis. Tá esse não é assustador, mas diverte um bocado.

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Da suada à surrada.

Sou chegado numa camiseta, é minha peça no guarda-roupa preferida, elas são confortaveis e gostosas de usar, dependendo da camiseta você está pronto pra qualquer ocasião.

Pensada inicialmente como peça íntima masculina, servia pra disfarçar a transpiração, ela já foi símbolo da contracultura e veículo de protesto, mas é antes de tudo uma unanimidade, não conheço ninguém que não tenha pelo menos uma. Tem aquela que a gente adota e usa até alguém com bom senso jogar fora, tem aquela que a gente odeia e só usa quando não tem mais nada limpo no armário, mas todas tem algo em comum, quebram o nosso galho.

Ontem fui conhecer a Banca de Camisetas. uma loja realmente especializada nelas, é de pirar, muita camisa linda, engraçadinha, saidinha, pra todos os gostos, minha memória que não tem lá um iso 9000, me deixa lembrar de uma coleção futebol, uma de cinema, uma com pinups, uma de carros clássicos, outra com ícones musicais, e claro, as preferidas, as com frases engraçadinhas.

Procure por Carol, uma loira de sorriso franco, metalico e muita boa vontade pra mostrar tudo. Babei em tudo que ela me mostrou, de camisetas a cuecas, tudo bem legal, vale a pena dar uma conferida pra você e para os próximos presentes.

p.s.: As estampas que ilustram esse post estão à venda lá.

Shopping Cidade Jardim

Loja: A que tem o nome Banca de Camisetas na fachada.

Gringofobia

Como é depressivo andar por Natal. Minha cidade foi leiloada e repartida como na época das capitanias hereditárias. Nossos políticos empurram-nos para o subúrbio, deixando as áreas mais  bonitas e arejadas para os gringos filhos da puta, por causa deles, gringos e políticos, fica cada vez mais difícil um potiguar ter uma casa pra morar.
Estamos fadados a ser servos dessa nova nobreza que aqui se instalou. Nobreza de alma podre e ouro sujo, que só vem aqui lavar dinheiro e sujar suas partes íntimas. Sim, sou gringofóbico, talvez por não conhecer um, apenas um, que preste. Os que vejo por aqui só querem: a) fuder com crianças; b) fuder com a cidade.
Já foram em Ponta Negra ultimamente? Acho que não né? Ninguém da cidade vai mais lá. Citando Márcio, é o “maior puteiro a céu aberto do mundo”. Nem os raparigueiros tão cantados nas canções medíocres de forró vão lá. Eles, coitados, são gente como a gente, não ganham em euro, não dá pra  pagar aquele som mais caro que seu carro popular e ainda competir com os estrangeiros.
A impunidade para os estrangeiros não só existe, como é incentivada pelo poder público, carros da polícia turística, a polícia especial que os protege (quem nos protege deles?),  passeiam pelas avenidas enquanto meninas de onze anos com saltos maiores que suas saias, sentam em seus colos encarnados como pimentão oferecendo sua infância por esmolas, em euro, ou dólar, é claro.
Já reparou como a cidade tá cada vez mais quente? Claro, tem o aquecimento global e blá, blá, blá, mas lembro que estamos no litoral, gente. Deveria ter brisa, aquele ventinho que vinha do mar, lembram? Sabe pra onde ele foi? De volta pro mar rebatido pelo paredão de prédios que se ergueu por toda orla. Lembram também que antigamente, mesmo nos dias mais quentes, a gente parava embaixo de uma árvore, e pimba!!! adeus calor. Agora? Procure uma árvore. Achou? Procure duas? Tá difícil, né?


Natal virou um belo de um caldeirão. Os políticos são seus cozinheiros, os gringos, famintos clientes, e nós, adivinhem, somos a comida. Se rebele, reclame, dê adeus à sua passividade, ou pule fora, enquanto ainda não fecharam a tampa.

Filmes ótimos, trailers nem tanto.

Era assim que funcionava o cinema brasileiro até pouquíssimo tempo atrás. Existiam (e, graças ao talento dos que realmente não desistem nunca, ainda existem) roteiros surpreendentes, filmes legais, com elenco bacana e trilha sonora idem, mas havia um enorme porém: antes de chegar aos cinemas ou até mesmo as locadoras, o que anunciava estes tais “filmes legais de roteiro surpreendente” eram os trailers, que, cá entre nós, eram horríveis!

O filme poderia ter o melhor dos temperos, não tinha jeito, o trailer sempre apresentava cenas sem sal ou açúcar e nunca chamava muita atenção. Daí não era de se admirar quê: 1) muita gente ainda visse o cinema brasileiro como uma coisinha à toa; e 2) as poucas pessoas que acompanhavam sempre se sentiam deslocadas. Ninguém assistia, oras!

Ainda bem que as coisas mudam, e neste caso para melhor, bem melhor. Agora, os trailers que começam a dar as caras na telona mostram que os profissionais envolvidos com este tipo de produção fizeram o dever de casa e aprenderam direitinho a lição. Um exemplo disto é o trailer do brasileiríssimo filme “Última Parada 174”. Isso sim é tempero.

Contra esta realidade está o cinema e os traileres de Hollywood. E para constatar isso vamos fazer um pequeno teste. Pense rápido: quantas vezes você já assistiu a um trailer hollywoodiano e pensou de cara “Caralh*, este filme deve ser fod*” e depois de assistir ao filme pensou “Que porcaria”?

Uma vez? Duas? Três? Não conseguiu contar? Tudo bem, eu também já perdi as contas. É claro que não se pode generalizar. Não estou dizendo que Hollywood só produz filmes ruins, mas uma coisa é certa: eles não produzem traileres ruins.

Por estas e outras fica aqui a dica: se você não era lá muito chegado aos filmes do lado de cá, dê uma chance. Vale à pena conferir o que o nosso país vem produzindo com relação à sétima arte. E se você aí já acompanhava estes filmes e também já vinha notando a diferença que este Brasil brasileiro vem mostrando em suas produções, continue. Tenho certeza que ainda vem muita coisa boa por aí. É só esperar.

Por Ingrid Pires

Você é o que você é.

Como é importante ter referências! elas influenciam de tal modo nossa vida que acabam formando quem somos. Sabe aquela história de que a vida passa diante dos nossos olhos como um filme quando estamos para morrer? Pois é, quando chegar minha hora tenho certeza que a minha vai passar em forma de quadrinhos. Vou ler com paciência e carinho, por um simples motivo, o assunto, pelo menos pra mim, é muito interessante, sendo assim não tenho a menor pressa em chegar o fim.

As revistas em quadrinhos, ou simplesmente “revistinhas”, despertaram meu prazer pela leitura, meu senso estético e até a noção de espaço e organização que utilizo como diretor de arte. Claro que pra mim existiram e existem outras, cinema, pintura, desenhos, cartoons, mangás, tudo que eu gosto, e até um pouco do que não gosto. Isso tudo me fez a pessoa que eu sou e o profissional que tento ser.

Referência não tem nada haver com cópia descarada, com se apoderar de idéias alheias, uma referência bem intencionada soa como uma homenagem.

Na década de 80, uma história dos x-men, foi de certo modo tão revolucionária que influenciou obras como o Exterminador do Futuro e Matrix.

Sobre a batuta de Chris Claremont e John Byrne os mutantes mais famosos do mundo, estrelaram aquela que muitos consideram a história definitiva sobre viagens no tempo e sobre futuros apocalipticos, Dias de Um Futuro Esquecido, nele Kitty Pryde retorna ao passado pra evitar o assassinato de um político e evitar o  futuro apocaliptico. Dá pra baixar a revista completa no forum do rapadura açucarada, requer um registro rápido, mas vale a pena, tem os primeiros números dos Vingadores, Capitão América, Homem de Ferro, entre outros, um acervo histórico.

Em ocasião bem mais recente, vemos o comercial da nova L200, inspirado no filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, é um primor de produção, chega a ser emocionante de tão belo.

O diretor do filme, o longa, não o comercial, nos extras do dvd confessa que sua principal referência visual vem da obra de um pintor brasileiro, Juarez Machado. Pra conseguir fidelidade nas cores, o filme foi pintado quadro a quadro digitalmente.

Por isso antes de criar uma campanha, ou de realizar algo, tente lembrar de tudo que já viveu, de seus gostos pessoais, feche o anuário, e vá mexer nas suas velhas revistas.

Um breve instante no tempo.

Conheço quem não gosta de aniversários, pra que comemorar se você está ficando mais velho? Pessoalmente adoro, comemoro o dia que cheguei o mundo, que dei o berrão cantando Born to be willllllld. Completo 34 anos, mas so vou ter essa idade durante um breve instante no tempo, envelhecemos a cada segundo, a cada micro instante e não apenas uma vez por ano, como querem que a gente acredite.

È o meu penúltimo ano nos 30 e poucos, não me sinto assim, acho que sou o mesmo cara, dos vinte poucos, brincalhão, engraçado, grosso, bruto, dengoso, terno e principalmente bobo.

Adoro e tenho orgulho de ser bobo, choro em filme, me emociono com o pôr do sol, com o amor da minha familia, desenhos animados, jogo videogames, e sempre acredito no melhor, no melhor das pessoas, num mundo melhor e que sempre posso fazer tudo melhor.

Rotulam pessoas assim, como eu, de adultescentes, adultos com mentalidade de adolescentes, pois aguardem, se depender de mim daqui alguns anos, serei um orgulhoso idosescente.

Nirvana

A Cordel é meu xodó, uma agência de comunicação experimental da minha faculdade, lá exercitamos nossa criatividade sem muito atropelo, sem muitas restrições.

Somos, criação, atendimento, mídia e até cliente. É divertido ver como poderiam sair peças legais. É nosso nirvana, nosso Éden, um lugar onde os prestadores de serviço tem boa vontade pra fazer as coisas, os clientes tem bom gosto, e nem todos pensam que uma tarja de preços é a melhor propaganda.

Seguem 3 filmes da nossa agência, o primeiro editado totalmente no windows movie maker e com trilha de ringtones de celular, é a prova de que com esforço da pra fazer algo legal.

Ficha Técnica:

DIreção de Edição: Modrack Freire

Roteiro: Ingrid Pires

Direção de Arte: Modrack Freire e Helena Colliny.

Os dois filmes subsequentes, são nossa mais nova incursâo. Dois vídeos educativos para serem mostrados em escolas municipais, eles falam da importância dos bons modos. Produzidos na Profilmes (demorou uma meia hora de captação, mais umas 2 horas na edição), editado por Jormar, o astro do vídeo do pittsburg, aquele que a galera sobe numa caminhonete irada.

Ficha Técnica:

Direção: Modrack Freire

Edição: Jormar

Roteiro e criação: Modrack Freire, Ingrid Pires e Iuri Babalho

Direção de Arte: Modrack Freire, Belita

Animação: Iuri Barbalho

O direito de ser único.

Como posso dizer isso? Vou colocar de forma direta. Acho que estamos vivendo um processo de pasteurização do ser humano, cada vez mais perdemos a individualidade, aquilo que nos faz únicos, em prol de um ideal apolinéo. Cirurgias estéticas transformam mulheres bonitas em bonecas Barbies, peitos antes medidos em palmas, são hoje medidos como refrigerantes em mililitros. Homens se depilam, colocam proteses de queixo ficando a cara de um Comandos em Ação.

È tudo meio Metropolis (o filme de Fritz lang, obra prima do expressionismo alemão) vamos assim, virando automâtos, seres que de tão parecidos não tem expressão, não tem vontades nem desejos.

Mesmo diante de tudo isso não me rendo, sou teimoso, gosto de ir contra a maré, curto a imperfeição, elas fazem você real. Certa vez disse a uma pessoa que adorava seus defeitos, afinal isso a tornava única e plausível pra mim. Aquilo de “bom demais pra ser verdade”, é realmente uma pérola de sabedoria. Todos deveriam entender isso. Sou imperfeito, logo existo.

Sou gordo, to quase careca, tatuado, e não, não é tribalzinha no braço, mas esse sou eu. De longe, e fialho diria bemmmm de longe, você me identifica. Sou feliz assim, há quem goste, há quem não goste, há até quem se pergunte como eu consigo namoradas tão bonitas. Talvez seja por isso, por ser diferente, talvez me destaque na multidão, talvez quebre a monotonia das formas.

Vou indo assim, em frente, o imperfeito amante das imperfeições, apreciando linhas tortas, formas redondas, quadradas e disformes. Viva o poder da desigualdade, viva o direito de ser único.

Rapidex

Pra quem não tem programa, ou até pra quem tem, eu aconselho uma mudança de planos. Hoje e amanhã acontece uma mostra com 35 filmes selecionados de todas as edições do festival de animação brasileiro, O Anima Mundi Brasil.

Sugestão: ao visitar o site, vá na parte de web e confira o video “Verdade Esquecida” de Bruno Monteiro, é pra ver e refletir.

O evento acontece no auditório da CEFET, de manhã, tarde e noite, nos dias 15 e 16 de outubro, não sei bem a hora. Acho que amanhã vou dar uma passada lá.

A Queda

Sempre que assistir um filme bom (pode até não ser tão bom, basta eu gostar) vou indicar por aqui, não adianta tirar onda com a idade do filme, dizer que passou ontem na Tela Quente. Semana passada perguntei pra um amigo se ele lembrava de como eram as trilhas dos filmes de Chaplin, ele me respondeu assim: “- não é do meu tempo”. Como se eu tivesse nascido em 1920, pra isso inventaram o tal do DVD sabia?


Pra mim filme bom não tem idade, tenho a impressão de que em uma época que não  se podia contar com efeitos especiais mirabolantes, tinha mesmo era que ter um história, uma boa interpretação. Ou o que diabos nossos avós iam fazer no cinema?
Não estou de forma alguma atacando o cinema pipoca, pessoalmente eu adoro. James Cameron já dizia: “se eu não puder explodir algo nos 10 primeiros minutos, não me chame pra dirigir”, e muitas vezes eu concordo com ele, por isso existem filmes de todos os gêneros, pra agradar a todos, inclusive os estados de espírito.

A Queda, The Fall no idioma original, não é só um filme engraçado e emocionante, ele também é quase impecável em sua direção de arte, produção, roteiro, figurino, praticamente tudo. É um filme daqueles que você começa assistindo porque não tem nada melhor pra fazer e termina se perguntando como nunca tinha ouvido falar nele.
O filme dirigido por Tarsem Singh, aquele indiano que em 2000 dirigiu o filme A Cela com Jenifer Lopez, um filme confuso e chato que mais parecia um videoclipe. Pois é, ele se redimiu completamente, continua fazendo uso do surrealismo, dessa vez de forma justificável, nos dando visuais de tirar o fôlego.
O filme se passa em um hospital dirigido por padres, em Los Angeles, década de 20, internados nele se encontram um jovem duble de filmes, temporariamente paralisado da cintura pra baixo e uma menina de 5 anos com um braço quebrado enquanto colhia laranjas numa plantação. A menina é um show a parte, linda, meiga e cativante, nos faz ir do riso as lágrimas quase que instantaneamente, vou logo avisando: meninas, ela vai ativar seu instinto maternal.
Para prender a atenção da garota o jovem duble começa a contar uma história envolvendo 5 heróis, um indiano, um ex-escravo, um especialista em explosões, um biologo e um bandido mascarado. Sempre nesses momentos a narrativa é transportada para o mundo fantástico em que se passa, mundo interpretado do ponto de vista infantil, é quase como ter um filme dirigido por sua fantástica imaginação, aos cinco anos de idade. Emocionante mesmo, prepare o lenço e bom filme.